🎓 Ensine ao Lagune uma nova especialização, a partir de uma fonte ou de um tema que você fornecer.
Ele lê o material e o condensa em uma especialização focada e exclusivamente defensiva, com o mesmo formato das nativas, para que as fases detect e verify a carreguem depois como qualquer outra. Ele só audita e explica: nunca escreve entradas de ataque nem exploits, e nunca mexe no seu código.
- A partir de um artigo
- A partir de um exploit
- A partir de um tema
# Um link ou uma referência: o Lagune os transforma na defesa
/lagune-specialize https://owasp.org/www-community/attacks/SQL_Injection
# Um ataque como fonte: a especialização continua sendo a defesa
/lagune-specialize "' OR 1=1 -- injeta SQL no texto da consulta"
# Ou apenas diga o que cobrir
/lagune-specialize SQL injection
Apontar para um ataque não tem problema quando o objetivo é se defender dele: o relato de um exploit é material de estudo que ele condensa na defesa. A especialização que ele produz sempre audita e explica, e nunca produz um exploit funcional, um payload ou uma técnica de evasão.
O que ele grava
O resultado são dois arquivos no seu projeto, versionados e revisáveis junto com o seu código:
- A especialização em
.lagune/catalog/<name>.md, com o mesmo formato das nativas. - A entrada dela em
.lagune/configs.json, onde o seu projeto indexa as próprias especializações para o catálogo combiná-las com as nativas.
Em seguida, ele lista o catálogo para confirmar que a nova entrada está lá. As suas próprias especializações estão sempre no catálogo, sejam quais forem as categorias dele. Você nunca adiciona um comando nem mexe no pacote: uma nova especialidade é um arquivo de conhecimento mais uma entrada no índice, gravados no seu próprio projeto.
Refina, nunca sobrescreve
Especializar um nome que já existe, seja uma nativa como regex ou uma que você especializou antes, reconcilia o arquivo atual em vez de substituí-lo. Ele lê o que está lá, incorpora o novo conhecimento, mantém o que continua válido e reescreve o que mudou. Nada é descartado sem ser lido. Uma especialização sua se sobrepõe a uma nativa de mesmo nome, então você pode aprimorar uma nativa para o seu próprio projeto sem perdê-la.
- A nova especialização carrega exatamente como uma nativa: as fases detect e verify a usam sob demanda, ou você mesmo a carrega com
npx lagune read catalog <name>e lhe dá uma tarefa. - Quando o material tem uma origem identificável (um artigo, um autor, um link, um padrão), a especialização dá o crédito. Um tema solto não traz fonte.
Ele só roda quando você o chama: o agente nunca o inicia por conta própria.
Perguntas frequentes
Execute o /lagune-specialize com uma fonte ou um tema. Ele os condensa em uma especialização exclusivamente defensiva, gravada em .lagune/catalog/<name>.md, mais a entrada dela em .lagune/configs.json.
Sim, como fonte, nunca como resultado. Um ataque pode ser a fonte, nunca o produto. O specialize nunca escreve entradas de ataque nem exploits.
Não. Ele refina, nunca sobrescreve.
